Cartas da Malásia: A Fazenda Malaia

“Eu tive uma fazenda na África, aos pés dos montes Ngong”. Assim Isak Dinesen inicia seu livro autobiográfico, Out of Africa, e assim também, na versão cinematográfica, ouvimos pela primeira vez Meryl Streep impondo-nos aquilo que devemos encarar como um sotaque dinamarquês. O ensaio de Ary Quintella mostra por que a tão célebre frase, porém, quase foi bem diferente.

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As pedras falam

Um vaso romano nos faz gostar de um livro americano, um romance francês nos faz procurar baixos-relevos assírios, e um filme dirigido por um australiano nos revela, em retrospecto, a beleza de objetos que vimos, muitas décadas antes, em Londres. Por Ary Quintella, um ensaio sobre como as pedras falam.

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Cartas da Malásia: As frutas de Perak

“O Natal é um conceito abrangente, que engloba pelo menos todo o mês de dezembro e vai até a terceira semana de janeiro. Essa é a época das comemorações, da sensação de leveza, do sentimento de que pode haver harmonia entre os seres humanos. É a época da felicidade. Todo ano, prolongo ao máximo esse estado de espírito. Duvido que alguém queira me criticar por isso.” Por Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur, mais uma Carta da Malásia.

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Mozart desaparecido

É cruel, injusto, viver mais do que Mozart e não produzir algo como Don Giovanni ou Così fan Tutte ou a Sonata para Piano K.331. Quando tudo na vida desaparece, assim, sem razão, como o próprio Mozart partiu um dia, um ensaio de Ary Quintella sobre música e memória, finitude e permanência.

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Clarice, de Montevidéu a Malaca

Na Malásia, lendo o comentário de um poeta local, Ary Quintella — diplomata brasileiro em Kuala Lumpur — passou a se perguntar se o lugar de escritor brasileiro mais consagrado nos meios literários já não teria sido ocupado por Clarice Lispector — a Clarice, que, desde Montevidéu, já fazia parte de seu cotidiano familiar. O fascínio de Clarice, iniciado em Montevidéu e cristalizado em Malaca, por Ary Quintella.

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Cartas da Malásia: A Viagem a Balbec

“Poucas horas depois de ter ouvido Hafiez falar com nostalgia de seu encontro com o tubarão-baleia em Tenggol, li sobre a visita da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip a Mustique, em 1977: ‘the Duke of Edinburgh really enjoyed snorkelling among the sharks’.”

Mais uma Carta da Malásia, assinada por Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur.

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