“Arredai, mortos de Manaus!”

“Eles existem, eles não estão apenas jogados sobre a minha mesa.” A frase, em que o pronome “eles” indica um número de 428 mortos impresso num boletim de estatística, foi escrita em 1943 por um cronista inquieto e constrangido; bem que poderia ter sido dita por Jair Messias Bolsonaro, em lugar da assombrosa “E daí?”. Mas a decência e a dignidade não costumam visitar com muita frequência o presidente.

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Uma quadrilha de intuições: de Drummond a Racine, da piada à tragédia

Que relação poderia haver entre o trágico neoclássico francês Racine e os poetas brasileiros Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto? E como René Girard entraria nesta equação? Cláudio Ribeiro tem as respostas.

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