Erotismo e Holocausto

“Os filhos da segunda geração de sobreviventes cresceram com o mito Auschwitz velado. É característica da relação dos sobreviventes com seus filhos uma certa dificuldade de relacionamento, carinho, excesso de zelo e muito silêncio. Vergonha, trauma e limitação para contar o que aconteceu constituem paradigmas difíceis de serem enfrentados pelos sobreviventes. Permeados por histórias, livros, relatos truncados e muitas dúvidas, a segunda geração atinge a puberdade sem compreender seus pais e Auschwitz. É nesse contexto conturbado que se cria esse imaginário pornográfico na sociedade Israeli — inicialmente por meio dos Stalags e da literatura de Ka. Tzetnik, e posteriormente pela exploração cinematográfica.”

Um ensaio de Jacques Fux sobre a fantasia pela Shoah, uma direção distinta e ainda pouco explorada.

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Os algoritmos e o fim do mundo

Será que estamos devidamente protegidos dos algoritmos de inteligência artificial diante das ficcionais Leis da Robótica, de Asimov? Podemos imaginar um caminho de discussões e diálogos verdadeiros, uma possibilidade de conversa, fora da segurança de nossas certezas plenas reforçadas pela lógica das redes? Um ensaio de Jacques Fux, sobre os algoritmos e o fim do mundo.

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Loucura judaica: não leia, veja Andy Kaufman

Lembro-me do meu avô, o único vivo que ainda tenho, que conheceu o mundo e me puxou pra me contar algo sobre como eu deveria encarar meu futuro. Não deu tempo nem de começar a contar, pois três chineses invadiram a casa bem naquele momento e ameaçaram metralhar todo mundo.

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