O Brasil em pé de guerra: o que Machado de Assis tem a nos dizer sobre isso?

“Não há mais situação plausível em que não metamos política na conversa. Estamos todos nos acostumando, e por isso não preciso me estender no ponto, com o hábito de perder amigos antigos e queridos, fazer inimigos de desconhecidos, ou determinar novas amizades por causa da política.” André Chermont de Lima explora nossas circunstâncias, de uma colérica ‘politização’ da sociedade, a partir de Esaú e Jacó, de Machado de Assis. “Se tal exploração não der em nada, teremos pelo menos feito a boa ação de resgatar uma das peças mais subestimadas de nossa literatura.”

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Quem se importa com Machado de Assis?

“A excelente nova tradução de Memórias Póstumas de Brás Cubas, feita por Flora Thomson-DeVeaux e publicada nos Estados Unidos sob o selo Penguin Classics, tornou-se imediatamente um sucesso de vendas. Embora minha intenção fosse escrever uma resenha, este texto acabou se tornando, também, uma pequena reflexão sobre a recepção da literatura brasileira no exterior e sobre como ela afeta a nossa autoestima coletiva. No fundo, é um texto sobre o que essa nova tradução representa para nós, leitores brasileiros, nos dias de hoje.” Um ensaio do diplomata Hudson Caldeira sobre a nova tradução de Machado ao inglês, sobre nossa literatura, nosso orgulho e nossa insegurança.

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Machado de Assis rachado, em descontínuo

“Se há algo metafísico na narrativa machadiana, ela é dissecada até não sobrar um fiapo, e por isso não trazer resposta, com certo cinismo quase sensível. No retalho, no rasgo, a sociedade está desmontada, como desmontada está a camada psicológica de todo aquele universo íntimo e coletivo.” Machado de Assis rachado, em descontínuo, por Thiago Blumenthal.

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Vaca avacalha vaca e se avacalha

Se a tragédia, no fundo do mar, começou quando assassinaram o camarão, em território brasileiro ela se iniciou (ou recomeçou após o ligeiríssimo ínterim de um sorriso banguela) assim que avacalharam a vaca.

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Força e fragilidade psíquicas

O debate mais antigo e espinhoso nos meios da psiquiatria, da psicologia e da psicanálise trata da definição do que é “normal” e do que é “patológico”. Para algumas orientações na psicologia e na psiquiatria, a normalidade abarcaria a maioria das pessoas e estaria marcada pela ausência de sintomas psíquicos patológicos.

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Pedro Gonzaga: “Prefiro a verdade inacessível”

O Estado da Arte publica com exclusividade a “Apresentação” e as crônicas “Os dois movimentos” e “O trem (uma teoria)”, que compõem o lançamento de Pedro Gonzaga, O Livro das Coisas Verdadeiras (Arquipélago Editorial), reunião de seus textos para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre.

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