De “classificado” a “tombado”: por que a política de preservação cultural urbana no Brasil não funciona

Salvo exceções, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, pode-se dizer que enquanto as políticas preservacionistas brasileiras não forem mais flexíveis, diversificadas e abrangentes, continuaremos a ver nosso acervo arquitetônico ser diariamente empobrecido por demolições, com a perda da identidade de bairros e cidades.

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