Unorthodox: retrato impreciso do judaísmo – e tudo certo

O mistério do desconhecido, o fascínio pelo que é diferente, diria o professor de estudos culturais, pode elevar a alma humana. Verdade. Mesmo, sem piada ou cinismo. Mas há sempre uma sementinha do mal ali: o fascínio pelo exótico tem um quê de fetiche que termina em um sadismo. É o paradoxo de “Unorthodox”.

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