Calímaco, quem diria, acabou no Irajá

Os nossos romances modernos estão mais próximos da tradição homérica. Eles querem transmitir algo da vida real do cidadão comum, pintar o mundo, transmitir a sensação de modernidade. Eles podem ser esmiuçados, mas primeiro vão entreter, provocar emoções. Era isso que pretendiam Balzac, Dickens, José de Alencar.

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Piero della Francesca: a maravilha da luz

A influência de Piero della Francesca deve-se, em primeiro lugar, a suas qualidades pictóricas. Ezra Pound fez do pintor de Sansepolcro um emblema da poesia de linhas claras que ele apregoava como forma de renovar uma linguagem desgastada pelo comercialismo e pela mistificação política modernos.

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Especial Benedetto Croce – A ‘Estética como Ciência da Expressão e Linguísitca Geral’ (Parte 2)

Ao retornar à Estética como ciência da expressão e linguística geral (1902), de Benedetto Croce (1866-1952), para apresentar a edição brasileira preparada pela É Realizações (com tradução de Omayr José de Moraes Júnior), ademais de um senso natural de responsabilidade, assaltou-me uma agradável nostalgia.

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