A fragilidade humana nos vilões de Hitchcock

“Quanto melhor o vilão, melhor o filme”, afirma François Truffaut em uma das suas entrevistas com Alfred Hitchcock presentes no livro Hitchcock/Truffaut. Ao discutirem o filme Pânico nos Bastidores (1950), os diretores identificam sua falha na ausência de um bom vilão, figura em cuja força consiste a regra fundamental para a efetividade de um bom suspense.

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