A História como Presente: Déspotas esclarecidos, troquemos o espelho!

Experimente trocar o espelho. Talvez enxerguemos que Bolsonaro deu face — de maneira caricatural, pois radicalizada e bufa — a uma longa trajetória que, na ânsia de contarmos uma história em detrimento de outra, tenhamos simplesmente esquecido que existia. A História como presente, e com nuances, por Vinícius Müller.

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A História como presente: Entre duas espadas, entre abril e novembro

“Uma aliança entre o Congresso, os governadores e os militares dissidentes sob a liderança de Floriano foi o tripé sobre o qual se impediu o autogolpe de Deodoro e, por consequência, se garantiu a Constituição de 1891. Em um amplo exercício histórico, mas com pouco rigor metodológico, a oportunidade de uma nova aliança entre grupos análogos está dada no Brasil”. A História como presente, por Vinícius Müller.

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A obra de Reinhart Koselleck como antídoto à vergonha

Pode ou deve uma experiência particular mudar o modo como cada um de nós enxerga a História? Seja como for, e a partir da obra de Reinhart Koselleck, Vinícius Müller argumenta que “aquilo que aconteceu deve ser indissociável da honestidade de nossos métodos, todos eles contaminados pelos nossos julgamentos”; aquilo que define o nosso modo de contar a História, assim como os próprios elementos que ocorreram na História, só podem ser compreendidos se vistos em seus tempos diferentes”. Afinal, “o reconhecimento de que a História é feita a partir de nossos julgamentos não nos livra da busca pela reconstrução da verdade daquilo que aconteceu.”

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O fascismo para além das dualidades no pensamento de Renzo De Felice

A partir da obra de Renzo De Felice, Vinícius Müller argumenta que a perspectiva “que obriga que qualquer interpretação sobre o fenômeno histórico do fascismo seja limitada pela cronologia” não é apenas “evitável”, como também “perde a sutileza de procurar tanto antes quanto depois o desenvolvimento e a sobrevivência de elementos da matriz fascista”. “A questão não está na impossibilidade de eles existirem antes ou continuarem existindo depois, e, sim, na sabedoria de que não podemos permitir, nunca mais, que eles tenham um contexto favorável às combinações que possam potencializá-los.” Uma publicação do Estado da Arte em parceria com o projeto Bolsonarismo: O Novo Fascismo Brasileiro, do Labô/PUC-SP.

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