Felipe Pimentel

Freud, criador do inconsciente? – Parte 1

Freud criou o Inconsciente ou se somente o desvendou? Nessa série apresento uma resposta possível sobre esse dilema. Para tal, vou retroceder na análise para explicar alguns pontos bem básicos sobre o desenvolvimento da psicanálise.

As pessoas frias e os nossos silêncios

Alguns indivíduos exibem um manto de frieza no seu comportamento que tende a afastar a maioria das pessoas. Eles parecem na defensiva, distantes ou até mesmo ríspidos. No seu primeiro contato com os outros dão poucos sorrisos, apresentam-se inacessíveis e com alguma dose de comportamento passivo-agressivo.

O que sustenta uma relação?

Algumas relações são aparentemente positivas – supõe-se que estão baseadas em amizade ou amor -, porém não são (para não dizer algo mais forte) e podem durar muito – o que faz o senso comum tomá-las por bem-sucedidas.

O dever moral do ideólogo

A descoberta de uma teoria que saiba não somente diagnosticar uma injustiça social, sua etiologia e seu funcionamento, mas também oferecer um prognóstico e até mesmo uma solução prática para extingui-la, é algo que pode ocorrer tanto no atacado (o que ocorre com as teorias generalistas), quanto no varejo (com hipóteses sobre algum tema específico).

Somos reféns de nossa liberdade

Fanáticos da liberdade e da dissolução de tradições, passamos de eufóricos indivíduos libertados das regras alheias para desesperados narcisistas em busca de singularidade

A pergunta mais difícil da psicanálise

Nossa neurose no máximo foge de uma relação amorosa, boicota uma ascensão profissional, inventa uma discussão de casal ou se perde na contabilidade financeira – são as autossabotagens que a psicanálise desde há muito investiga.