
Trezentos anos esta noite
Stockhausen, Bach e Beethoven marcam a abertura da Temporada 2026 da Osesp.

Stockhausen, Bach e Beethoven marcam a abertura da Temporada 2026 da Osesp.

Como um soldado humilhado e traído virou a ópera mais devastadora do século XX — e por que a OSESP vai “atacá-la” agora.

Em livro que acaba de chegar ao Brasil, Claire Dederer explora a complexa convivência entre o gênio criador e o homem falho — uma experiência encarnada de modo emblemático pelo compositor alemão.

Um dos principais pianistas da atualidade, o canadense esteve recentemente no Brasil para apresentações com a Osesp. Na ocasião, concedeu esta entrevista a Flávio Lago, em que fala de sua carreira, do apreço por gêneros populares e de seu primeiro álbum dedicado a Beethoven. Na conversa, aborda ainda a relação com o público e sua atuação como compositor.

Protagonista de documentário recente do diretor Laurent Bouzereau, Williams é sobrevivente de um tempo em que a emoção era o coração do cinema. Sua música é um grito romântico contra a esterilidade intelectual.

Com mais de 50 artistas convidados, além de ciclos dedicados a Tchaikovsky e Richard Strauss, a temporada será uma oportunidade para avaliarmos como a orquestra lida com a diversificação de sua audiência e se adapta às novas formas de consumo cultural.

Por ocasião do encerramento de suas apresentações públicas em 2023, com recitais na Bélgica, em Portugal e Santos (Pinacoteca Benedicto Calixto), conversamos com o pianista José Eduardo Martins sobre alguns aspectos menos conhecidos de sua vida e sua obra.

Na semana de seu aniversário, a orquestra pode comemorar também o sucesso de suas transmissões, que a tornam mais acessível à audiência brasileira.

Têm melodias próprias, a guerra e a paz? Um ensaio do Prof. Marcílio Franca sobre o poder da música, entre fuzis e canhões. Para o mal e para o bem.