
A Cobrança (ou De como a generosidade degenera em vício)
Sob a ótica aristotélica, uma ação orientada pelo desejo de reconhecimento, retribuição ou dívida afetiva jamais poderia ser verdadeiramente moral — apenas um vício disfarçado de virtude.

Sob a ótica aristotélica, uma ação orientada pelo desejo de reconhecimento, retribuição ou dívida afetiva jamais poderia ser verdadeiramente moral — apenas um vício disfarçado de virtude.

Livro de Eduardo Andrade de Carvalho suscita uma pergunta central: o que distingue as urbes onde se vive bem? A resposta está na compreensão profunda dos territórios e em um desenho urbano pensado para seus habitantes.

A repercussão de um livro obscuro que afirma que Shakespeare era uma mulher revela menos sobre o Bardo do que sobre o uso dos clássicos nas disputas culturais contemporâneas.

Arrebatado por uma moça, o mais destemido dos animais está disposto a perder aquilo que o constitui — sua coragem revela-se menos pela força física do que pela obstinação em possuir o objeto amado.

Pensar o campo hoje implica ir além de imagens estereotipadas e reconhecer as dinâmicas humanas, econômicas e territoriais que o estruturam.

Referência mundial no tema, pensador francês revisita a longa história do livro para refletir sobre os modos de ler em meio à aceleração imposta pelas tecnologias.

A postura do arrogante provoca uma ojeriza logo compartilhada e percebida pelos outros; contudo, é preciso cautela ao investigar um fenômeno apenas por seus efeitos — para compreender a essência da arrogância, vício moral que Kant contrapôs ao respeito, devemos sondar o que se passa no sujeito que a pratica.

Em livro que acaba de chegar ao Brasil, Claire Dederer explora a complexa convivência entre o gênio criador e o homem falho — uma experiência encarnada de modo emblemático pelo compositor alemão.

Série da Netflix mostra a onipresença da internet como uma teia invisível mas de grande impacto sobre os adolescentes.