
Freud, criador do inconsciente? – Parte 2
Freud não foi um criador do inconsciente, como alguns já pensaram, mas somente o cartógrafo de uma montanha que lentamente se anunciava.

Freud não foi um criador do inconsciente, como alguns já pensaram, mas somente o cartógrafo de uma montanha que lentamente se anunciava.

O sucesso cobra seu preço, que é o cansaço mental e a solidão; dois tributos que, a longo prazo, não compensam.

Uma separação aciona sentimentos muito primitivos, que vivenciamos desde à primeira infância, e quando acompanhamos ou vivemos o fim do amor em nós ou em alguém próximo precisamos ter muito carinho.

Freud criou o Inconsciente ou se somente o desvendou? Nessa série apresento uma resposta possível sobre esse dilema. Para tal, vou retroceder na análise para explicar alguns pontos bem básicos sobre o desenvolvimento da psicanálise.

Alguns indivíduos exibem um manto de frieza no seu comportamento que tende a afastar a maioria das pessoas. Eles parecem na defensiva, distantes ou até mesmo ríspidos. No seu primeiro contato com os outros dão poucos sorrisos, apresentam-se inacessíveis e com alguma dose de comportamento passivo-agressivo.

Algumas relações são aparentemente positivas – supõe-se que estão baseadas em amizade ou amor -, porém não são (para não dizer algo mais forte) e podem durar muito – o que faz o senso comum tomá-las por bem-sucedidas.

Quando nós saímos da civilidade insípida e indistinta da urbanidade partilhada?

A descoberta de uma teoria que saiba não somente diagnosticar uma injustiça social, sua etiologia e seu funcionamento, mas também oferecer um prognóstico e até mesmo uma solução prática para extingui-la, é algo que pode ocorrer tanto no atacado (o que ocorre com as teorias generalistas), quanto no varejo (com hipóteses sobre algum tema específico).
Para a sociedade como um todo, um ideólogo, não importa a posição que ocupe - professor, juiz, jornalista, especialmente gestor ou servidor público -, é um desastre.