“O sonho de Catão”, de José Francisco Botelho
Confira "O sonho de Catão", conto do jornalista e escritor José Francisco Botelho, vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura com o livro Cavalos de Cronos (2018).
Confira "O sonho de Catão", conto do jornalista e escritor José Francisco Botelho, vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura com o livro Cavalos de Cronos (2018).
José Francisco Botelho lançou o livro de contos "Cavalos de Cronos" (Editora Zouk), e o Estado da Arte publica um trecho do conto "O imperador de Bambu".
Da Roma Imperial a Jorge Luis Borges, José Francisco Botelho nos conta a trajetória shakespeariana das palavras de Júlio César.
Da visita de Odisseu ao Hades aos fantasmas de Shakespeare, José Francisco Botelho nos conduz pelo assombro da presença do Além nos clássicos shakespearianos.
José Francisco Botelho, premiado tradutor dos "Contos da Cantuária", de Chaucer, e de "Romeu e Julieta" e "Júlio César", de Shakespeare, estreia sua nova coluna no Estado da Arte: Shakespearianas.
Os relatos das "Mil e Uma Noites" não se prestam ao exemplo moralizante, ao paradigma, à interpretação didática ou redutora: são estórias de infinito sabor, em que a variedade, a sordidez, a beleza, o horror e a hilaridade de ser-se humano se encadeiam e se entredevoram.
por José Francisco Botelho Jorge Luis Borges era fascinado por fronteiras ? tanto geográficas quanto metafóricas. Comecemos pelas geográficas; comecemos pela fronteira que lhe estava mais próxima: a orilla, o arrabalde de Buenos Aires, limite entre a cidade e a…
José Francisco Botelho começa uma série de artigos dedicados a clássicos da literatura universal. No primeiro deles, Lewis Carroll e o tema do Sonho dentro do Sonho.
A esperança, como a felicidade, é um tema que só se torna verossímil por meio da parcimônia. Sentimos mais intensamente sua essência quando ela surge engolfada pelo desespero; da mesma maneira, a felicidade só se torna nítida e pungente quando contrastada com o infortúnio. Ambas, para realmente comover, precisam ser sucintas; em excesso, perdem a forma e o frescor.