
Cartas da Malásia: Visitando Lord Murugan
Nas Cavernas de Batu, há beleza, mas não há harmonia ou serenidade. Mais uma Carta da Malásia de Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur.

Nas Cavernas de Batu, há beleza, mas não há harmonia ou serenidade. Mais uma Carta da Malásia de Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur.

Por Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur, mais uma Carta da Malásia; esta, sobre sua aproximação espiritual com Claude Monet num sábado de temporal.

Do prazer da sala de concertos e do otimismo realista ao isolamento imposto pelas circunstâncias. Mais uma Carta da Malásia de Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur, ao som de Sibelius.
Come to Rio, oh come to Rio. / Here Urania rules and no trace of Clio. Por Ary Quintella, um ensaio sobre Joseph Brodsky no Rio e em Veneza — sobre as contradições e ambiguidades de um homem cruel que não queria ferir ninguém.
“Eu tive uma fazenda na África, aos pés dos montes Ngong”. Assim Isak Dinesen inicia seu livro autobiográfico, Out of Africa, e assim também, na versão cinematográfica, ouvimos pela primeira vez Meryl Streep impondo-nos aquilo que devemos encarar como um sotaque dinamarquês. O ensaio de Ary Quintella mostra por que a tão célebre frase, porém, quase foi bem diferente.

Em mais uma Carta da Malásia, Ary Quintella, diplomata brasileiro em Kuala Lumpur, traz ao Estado da Arte sua exploração do bairro chinês da cidade — onde há uma Ava Gardner oriental, num local de jogatinas, bebedeiras e belas cortesãs.
A verdadeira lição de um mestre é a liberdade intelectual: de George Steiner a Paul Auster, por Ary Quintella.
Talvez sem nenhuma razão, exceto para descobrir aquilo em que estava pensando, Ary Quintella, da Malásia, escreve sobre uma livraria em Kuala Lumpur, sobre Joan Didion e Julian Barnes, sobre o livro sobre Horácio que decidiu segurar consigo por uns dias antes de dá-lo de presente.

Um vaso romano nos faz gostar de um livro americano, um romance francês nos faz procurar baixos-relevos assírios, e um filme dirigido por um australiano nos revela, em retrospecto, a beleza de objetos que vimos, muitas décadas antes, em Londres. Por Ary Quintella, um ensaio sobre como as pedras falam.