Sobre santuários e matadouros

“Precisamos transcender o assembleísmo em que fomos mergulhados, retornando às nossas tradições de diálogo que sempre permitiram ao Cinema Brasileiro renascer apesar de todas obviedades e fatores limitantes. Sempre vivemos uma corrida de cachorro atrás do próprio rabo. Legislações retardatárias e anacrônicas que a evolução tecnológica torna letra morta, principalmente porque nossa tradição ibérica sempre coloca o repressivo antes do propositivo.”

Um ensaio de Lúcio Aguiar sobre nosso processo de deculturação, materializado na paralisação da Cinemateca e no engessamento de todo o sistema de produção audiovisual pela inação da ANCINE.

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