
A política das emoções e as emoções da política
Christine Lopes mostra, num jogo de sete erros, o mito “Nero” e Nero. Vivemos com a maldade.

Christine Lopes mostra, num jogo de sete erros, o mito “Nero” e Nero. Vivemos com a maldade.

A privação do “é”, a negação completa, o nada. Quando nada não é nada — quando nada é nada, nada é um não é —, um ensaio de Augusto de Carvalho sobre... o nada.

O crucial da atitude científica é a rejeição firme da epistemologia fácil do cotidiano e a exigência de responsabilidade epistêmica. Nullius in verba. Por Desidério Murcho.

Os fragmentos filosóficos da quarentena do Prof. Marco Aurélio Werle. Registros instantâneos sobre Hegel (e sua consciência infeliz), Goethe, Schiller, Gadamer e Kant, Rilke e Mörike e Hölderlin. Filosofia, poesia, cartas, anedotas, passagens de um diário estético-filosófico, no Estado da Arte.

Na ausência de uma teoria ética que nos mostre de forma absoluta e incontroversa o certo/errado, o bem/mal, o justo/injusto, tudo o que temos é um equilíbrio reflexivo. Um ensaio de Denis Coitinho.

Seria o up?ya um “meio habilidoso” pacífico? Num ensaio do Prof. Frank Usarski, reflexões sobre o potencial de uma figura retórica budista em contextos inter-religiosos.
‘Por que ler Hannah Arendt hoje’, diálogo crítico de Richard J. Bernstein com a vida e obra arendtiana, em apresentação de Nádia Junqueira Ribeiro Adriano Correia.
Há historicidade desde que há ancestralidade. Por Augusto de Carvalho, o tempo e a história da alma do mundo, para além da breve vida humana.
A linguagem como condição de possibilidade é uma necessidade para o mínimo de preservação da esfera pública. Um ensaio de Georges Abboud e Matthäus Kroschinsky.