Estado do Cinema: Entrevista com Luís Miguel Oliveira

Em setembro do ano passado, a entrevista que fizemos com o crítico australiano Adrian Martin inaugurou o Estado do Cinema, espaço interno da seção de cinema do Estado da Arte dedicado à publicação de entrevistas com alguns dos principais nomes do cenário cinematográfico mundial. Hoje, disponibilizamos para os leitores a conversa que tivemos com Luís Miguel Oliveira, crítico português de extensa atividade profissional e uma das vozes mais fascinantes da produção crítica internacional.

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À Pala de Walsh: Onde Começa o Inferno – Um pequeno ato de grandeza

“Sim, eu sei. Depois de 60 anos de críticas, ensaios, explicações, capítulos e exegeses, o que há para dizer que não tenha sido já dito sobre Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, 1959)?” Em parceria com À Pala de Walsh, o olhar de Duarte Mata sobre a amizade entre os homens na obra de Howard Hawks.

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Cobertura dos X Encontros Cinematográficos no Fundão

“O Fundão é uma cidade de menos de 9 mil habitantes, a duas horas e meia de carro ao nordeste de Lisboa, em um vale encrustado entre a Serra da Estrela ― o ponto mais alto de Portugal ― e a Serra da Gardunha ― repleta de cerejeiras, principal produto da região, chamada, inclusive, de “petróleo vermelho”. […] Nessa pequena cidade acontecem anualmente os Encontros Cinematográficos, festival de cinema que está na sua décima edição.” Entre os convidados deste ano, estiveram nomes como Pedro Costa, José Oliveira, Marta Ramos e Manuel Mozos. Giovanni Comodo, o nosso novo colaborador, acompanhou de perto todos os encontros e nos conta como foi cada um deles.

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Famílias infernais no cinema

“Se é verdade que a modernização acelerada do Pós-Guerra, cujo ponto de inflexão é 1968, foi acompanhada por uma democratização dos laços de família, com a contestação ao que restou da soberania do pai (já ironizada por Truffaut, em 1958), filmes como os de Pialat, de Fassbinder ou de Haneke sugerem os lados obscuros dessa transformação e os afetos destrutivos despertados pela horizontalidade familiar ― diferentes dos infernos da antiga família vertical, mas não menos reais.” Por Rodrigo de Lemos, um ensaio sobre a história da família pelas lentes do cinema.

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