A História como presente: 1968 acabou, 1988 não
A crise do pacto, as saídas possíveis a algumas opiniões proibidas. Por Vinícius Müller, a História como presente.
A crise do pacto, as saídas possíveis a algumas opiniões proibidas. Por Vinícius Müller, a História como presente.
Por Augusto de Carvalho, os oitenta anos de "Sobre o conceito de história", de Benjamin: os oitenta anos de um texto que nunca teria sido publicado.
Por Alberto Aggio e Marcus Oliveira, um recorte histórico sobre as expectativas utópicas na América Latina — e uma reflexão sobre como ir além das utopias na hora de pensar um futuro possível. Uma parceria do Estado da Arte com o Horizontes Democráticos.
Por Sergio da Mata, o Collegium philosophicum que gravitou em torno do filósofo Joachim Ritter e as lições culturais de um liberalismo possível.
Por Ronai Rocha, um olhar sobre etapas na história do ensino no Brasil — incluindo o período que corresponde à ditadura civil-militar.
Em um detalhado recorte histórico, o Prof. Carlos Alberto dos Santos discorre sobre "a física fora do eixo": um episódio quase desconhecido pela comunidade científica nacional na formação de nossos biólogos, físicos e químicos.
“De todas as controvérsias e conspirações que envolvem o bolsonarismo, talvez o questionamento das urnas eletrônicas e da lisura do processo eleitoral seja a mais absurda”. Por Caio Vioto, um ensaio sobre nossa poliarquia, onde “a própria configuração do sistema político-partidário constrange as possibilidades de que ocorram eleições fraudulentas”.
Jacob Levy Moreno (1889-1974) é conhecido como o criador do psicodrama. Neste ensaio, Rafael Baliardo fala sobre o hassidismo moreno, articulando a lição sobre o abismo entre “o eu e o outro” legada pelo pioneiro das terapias de grupo.
Por Paulo R. de Almeida, um ensaio sobre nossas contradições na república que não fomos; sobre déjà vu e desesperança, nosso modernismo e nossa angústia.