O Collegium philosophicum e o destino da democracia liberal
Por Sergio da Mata, o Collegium philosophicum que gravitou em torno do filósofo Joachim Ritter e as lições culturais de um liberalismo possível.
Por Sergio da Mata, o Collegium philosophicum que gravitou em torno do filósofo Joachim Ritter e as lições culturais de um liberalismo possível.
Por Ronai Rocha, um olhar sobre etapas na história do ensino no Brasil — incluindo o período que corresponde à ditadura civil-militar.

Em um detalhado recorte histórico, o Prof. Carlos Alberto dos Santos discorre sobre "a física fora do eixo": um episódio quase desconhecido pela comunidade científica nacional na formação de nossos biólogos, físicos e químicos.
“De todas as controvérsias e conspirações que envolvem o bolsonarismo, talvez o questionamento das urnas eletrônicas e da lisura do processo eleitoral seja a mais absurda”. Por Caio Vioto, um ensaio sobre nossa poliarquia, onde “a própria configuração do sistema político-partidário constrange as possibilidades de que ocorram eleições fraudulentas”.

Jacob Levy Moreno (1889-1974) é conhecido como o criador do psicodrama. Neste ensaio, Rafael Baliardo fala sobre o hassidismo moreno, articulando a lição sobre o abismo entre “o eu e o outro” legada pelo pioneiro das terapias de grupo.
Por Paulo R. de Almeida, um ensaio sobre nossas contradições na república que não fomos; sobre déjà vu e desesperança, nosso modernismo e nossa angústia.
Num mundo pós-1989, em tempos de retorno de um isolacionismo traduzido por slogans como "America First", Vinícius Müller fala sobre como o universalismo não é a ameaça que a narrativa do "imperialismo yankee" anunciava.
A partir da culinária, em mais uma Carta da Malásia, Ary Quintella — diplomata brasileiro em Kuala Lumpur — traz um pouco de história e cultura e textos e contextos sobre o país asiático. Um texto sobre distância geográfica, diferenças culturais e aproximações possíveis.
Pode ou deve uma experiência particular mudar o modo como cada um de nós enxerga a História? Seja como for, e a partir da obra de Reinhart Koselleck, Vinícius Müller argumenta que "aquilo que aconteceu deve ser indissociável da honestidade de nossos métodos, todos eles contaminados pelos nossos julgamentos"; aquilo que define o nosso modo de contar a História, assim como os próprios elementos que ocorreram na História, só podem ser compreendidos se vistos em seus tempos diferentes". Afinal, "o reconhecimento de que a História é feita a partir de nossos julgamentos não nos livra da busca pela reconstrução da verdade daquilo que aconteceu."