
Aquela tênue película que nos separa deste mundo
Aurora Bernardini vale-se do título do primeiro livro de ficção do escritor paranaense Ademir Demarchi para refletir sobre os sonhos a partir das ideias de Arthur Schopenhauer.

Aurora Bernardini vale-se do título do primeiro livro de ficção do escritor paranaense Ademir Demarchi para refletir sobre os sonhos a partir das ideias de Arthur Schopenhauer.

Leia um excerto da obra na edição que acaba de ser lançada pela Editora 34, com organização, tradução e prefácio de Leopoldo Waizbort.

A professora Aurora Fornoni Bernardini mantém um canal no YouTube no qual compartilha análises sobre diferentes obras e autores. Nesta parceria com o Estado da Arte, ela comenta o livro de memórias do embaixador Rubens Ricupero, que acaba de ser lançado pela Editora Unesp.

Por Eduardo Henrik Aubert, professor de Letras Clássicas na USP, uma análise de fôlego de uma das principais obras do filólogo e crítico alemão, que acaba de ganhar uma nova tradução para a língua portuguesa.

A inteligência artificial parece ainda fadada a ficar numa camada superficial da linguagem, encarando-a mais como um instrumento do que como um campo artístico com múltiplas finalidades além da comunicação imediata.

Em sua obra derradeira, publicada agora no Brasil, o autor britânico aborda o ofício da escrita em um autorretrato que ilumina suas relações literárias e afetivas.

Seus poemas, diz o tradutor Pedro Gonzaga, possuem uma estrutura ao mesmo tempo narrativa, confessional, biográfica e metafísica.

João Villaverde conta sua conversa com o escritor decano da Academia Brasileira de Letras.

Por Fábio Nolasco, um percurso pelas notas de Marcos Müller à sua tradução da ‘Filosofia do direito’ de Hegel.