
A miséria da vida, a miséria da forma
A miséria da vida, a miséria da forma: por Eduardo Cesar Maia e José Roberto de Luna Filho, um ensaio sobre Álvaro Lins enquanto leitor de Jorge Amado.

A miséria da vida, a miséria da forma: por Eduardo Cesar Maia e José Roberto de Luna Filho, um ensaio sobre Álvaro Lins enquanto leitor de Jorge Amado.

A renúncia é a libertação. Não querer é poder. Do Livro do Desassossego — composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Fernando Pessoa no Estado da Arte.

Pela pena do Prof. João Roberto Faria, um alentado ensaio sobre a trajetória de Machado de Assis como tradutor de teatro — e a importância dessa atividade para o conjunto de sua obra.

«Porque sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura». Na parceria do Estado da Arte com a tinta-da-china, por Maria Irene Ramalho, uma inovadora interpretação de Fernando Pessoa e da poesia lírica.

Não, não vou por aí. No Estado da Arte, o Cântico Negro de José Régio, uma das maiores figuras da literatura portuguesa deste século.
A postulação de uma amefricanidade oferece um entendimento da realidade histórica no Novo Mundo plantado no húmus mítico da arte e religiosidades de origem africana. Um ensaio de Adriano Moraes Migliavacca.
Retornar a Joan Didion é colocar em movimento nossos próprios fantasmas, percepções, medos, sonhos, desejos, dilemas e angústias. Contar histórias para viver, por Marcos Aurélio Felipe.
Mistérios sem soluções, em meio à vida e à solidão. Uma introdução à obra de Haruki Murakami, pela pena da Prof. Márcia Namekata.
Entre ficção e literatura — ficção contra a literatura? —, um ensaio de Rodrigo de Lemos sobre o valor e a fragilidade da fábula literária. Nos interstícios da cultura, subsiste o tempo longo da literatura como horizonte. Subsistirá?