
Elegia grega arcaica: uma antologia
O alvorecer do gênero denominado “elegia” no Ocidente, na Grécia arcaica. Um trecho da obra de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara, publicado pelas Editoras Ateliê e Mn?ma.
O alvorecer do gênero denominado “elegia” no Ocidente, na Grécia arcaica. Um trecho da obra de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara, publicado pelas Editoras Ateliê e Mn?ma.
Sólon e a boa ordem. Apresentamos aqui, na íntegra, a tradução da elegia de Sólon intitulada Eunomia (= Fragmento 4), tal como presente em 'Elegia Grega Arcaica: Uma Antologia', de Giuliana Ragusa e Rafael Brunhara.
O Homero de Barbara Graziosi por Vanessa Silva Almeida, em uma resenha do lançamento da editora Mn?ma.
Os Cadernos de Kolimá: por Astier Basílio, num ensaio reflexivo acompanhado da tradução exclusiva de três poemas, a poesia de Varlam Shalamov.
A miséria da vida, a miséria da forma: por Eduardo Cesar Maia e José Roberto de Luna Filho, um ensaio sobre Álvaro Lins enquanto leitor de Jorge Amado.
A renúncia é a libertação. Não querer é poder. Do Livro do Desassossego — composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Fernando Pessoa no Estado da Arte.
Pela pena do Prof. João Roberto Faria, um alentado ensaio sobre a trajetória de Machado de Assis como tradutor de teatro — e a importância dessa atividade para o conjunto de sua obra.
«Porque sou do tamanho do que vejo / E não do tamanho da minha altura». Na parceria do Estado da Arte com a tinta-da-china, por Maria Irene Ramalho, uma inovadora interpretação de Fernando Pessoa e da poesia lírica.
Não, não vou por aí. No Estado da Arte, o Cântico Negro de José Régio, uma das maiores figuras da literatura portuguesa deste século.