Literatura

“José, professor” — Capítulo 7

O primeiro capítulo de 2025 inaugura uma nova perspectiva na série. A partir de agora, a suspeita e o desejo cedem lugar para a vigilância e a disciplina. É a vez de José e seu interlocutor refletirem sobre três colégios que podem ser descritos, de acordo com o conceito do sociólogo canadense Erving Goffman, como “instituições totais”: "O Ateneu" (1888), de Raul Pompeia; "Manhã Submersa" (1954), de Virgílio Ferreira; e "A Cidade e os Cachorros" (1963), de Mario Vargas Llosa.

“José, professor” — Capítulo 6: O fruto proibido

Seduzidos pela serpente, os professores cedem à tentação de comer o fruto proibido. José discute os limites que são ultrapassados nos filmes "O homem irracional" (2015), de Woody Allen; "Notas sobre um escândalo" (2006), de Richard Eyre; e no romance "Uma questão pessoal" (1964), de Kenzaburo Oe.

“José, professor” — Capítulo 5: “Enquanto eu te fazia à minha imagem, tu me fazias à tua”

Neste capítulo, o desejo ganha novos contornos psicológicos por meio das leituras de "O professor Jeremias" (1920), de Léo Vaz; "Amar, verbo intransitivo"(1927), de Mário de Andrade; e quatro narrativas de Clarice Lispector: "Perto do coração selvagem" (1944), “O crime do professor de matemática” (1960), “Os desastres de Sofia” (1964) e "Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres" (1969).