De quem são as Forças Armadas?
A métrica de dois tipos ideais. Jair Bolsonaro e Charles de Gaulle, por José Eduardo Faria.
A métrica de dois tipos ideais. Jair Bolsonaro e Charles de Gaulle, por José Eduardo Faria.
“Biden não se desviará de uma linha de continuidade característica da nação norte-americana. Tal como não havia sucedido com Trump (apesar dos erros cometidos e das inevitáveis percepções), com Reagan, Bush, Obama ou Clinton.” Por Cristiano Cabrita, do IEP, uma análise sobre a política externa de Joe Biden; uma análise sobre o excepcionalismo americano.
Por André Spritzer, um panorama das transformações que permitiram a ascensão de Trump.
“É compreensível que jornalistas, comentaristas e cidadãos em geral apontem a aparente injustiça cometida pelo nosso sistema eleitoral. O que quase nunca é explicado, contudo, é por que ele é assim.” Será que nosso sistema é tão ruim assim? Um ensaio rigoroso e desencantado do cientista político Pedro Vicente de Castro.
Por Sergio da Mata, o Collegium philosophicum que gravitou em torno do filósofo Joachim Ritter e as lições culturais de um liberalismo possível.
Por José Eduardo Faria, um militar reformado tosco e como o exercício do poder absoluto corroeu as Forças Armadas.
“Negacionismo é antes de tudo uma atitude, um modo de agir no mundo a partir do qual a negação é apenas uma de suas formas de manifestação. não é atitude passiva, mas parte de uma posição ativa, que postula realidades de mundo numa agenda que pouco tem de defensiva. Estruturalmente, o objeto da negação não são os fatos, não é isso o que está em jogo. Antes, nega-se o próprio enunciador daquilo que se nega.” Por Rodrigo Toniol, um ensaio sobre a estrutura do negacionismo enquanto disposição ativa de recusa da alteridade.
Mark Tushnet é professor emérito na Faculdade de Direito de Harvard. Nesta conversa, conduzida por David Sobreira — host do podcast Onze Supremos — e publicada com exclusividade pelo Estado da Arte, Tushnet elaborou o conceito de jogo duro constitucional, trazendo exemplos do direito americano e também do Brasil, discutindo nossa história recente e nossas circunstâncias políticas.
Quando “nem mesmo longos tratados de história e de política seriam capazes de prever todos os danos que Bolsonaro proporciona ao Brasil”, um ensaio de Felipe Freller sobre por que o impeachment foi tirado da mesa.