O Brasil entre o cosmos e o taxi
Para Pedro Gomes Sanches, cumpre aos liberais e conservadores não ser uma antítese da esquerda, mas "a síntese dos seus valores com o tempo presente".
Para Pedro Gomes Sanches, cumpre aos liberais e conservadores não ser uma antítese da esquerda, mas "a síntese dos seus valores com o tempo presente".
Um ensaio de José Eduardo Faria sobre a democracia em tempos de riscos e incertezas. Se, hoje, governar é administrar a impotência, promovendo uma gestão coletiva das incertezas, “o que dizer com relação a países em que a democracia ainda não é sólida e o governo é inepto, inconsequente e irresponsável?”
Por Gabriel Rostey, um ensaio sobre o projeto de concessão Complexo Esportivo do Ibirapuera.
“De todas as controvérsias e conspirações que envolvem o bolsonarismo, talvez o questionamento das urnas eletrônicas e da lisura do processo eleitoral seja a mais absurda”. Por Caio Vioto, um ensaio sobre nossa poliarquia, onde “a própria configuração do sistema político-partidário constrange as possibilidades de que ocorram eleições fraudulentas”.
De tanto procurar por Deus, sempre encontramos algum profeta. “Para cada ação, há uma pregação. Para cada fracasso, uma conspiração. Para cada heresia, uma punição.” Ao fim do dia, porém, o rei está nu e o milagre é uma eterna promessa. Será então que nossos suplícios são temporários ou temos um futuro enclausurado pelo passado? Deus ex machina, por Roger Laureano.
Por Pedro Fernando Nery, um ensaio sobre nossa desigualdade em V e o experimento legislativo de um país menos injusto em 2020.
O regime de Nicolás Maduro poderia ter resistido por um tempo, mas sua sobrevivência após sete anos impressiona. Como ele conseguiu se manter no poder? Em parceria com a Fundação FHC, um ensaio de Javier Corrales sobre a situação na Venezuela.
“Chamem-no de homofóbico, racista, misógino — só não podem chamá-lo de corrupto”. Por Pedro Augusto Pinto, uma análise da evolução de algumas constantes discursivas que acompanharam, na última década, a gestação e o desenlace de uma crise que implicou não a superação de suas causas estruturais, mas, pelo contrário, justamente o seu reforço.
Por Christian Lynch, um ensaio sobre o texto mais popular de toda a imensa produção intelectual de Rui Barbosa: a Oração aos Moços, sua profissão de fé como jurista, um clássico do bacharelismo liberal.