
As Nações Unidas no mundo contemporâneo
Passado, presente e futuro das Nações Unidas. No Estado da Arte, um ensaio do embaixador Sergio Duarte.

Passado, presente e futuro das Nações Unidas. No Estado da Arte, um ensaio do embaixador Sergio Duarte.

Em todas as épocas a barbárie se prepara muito antes dos ditadores ocuparem o primeiro plano. A tolice no Brasil de Bolsonaro pelas lentes de Robert Musil, num ensaio da Prof. Kathrin Rosenfield.

"O cerne do argumento liberal é a velha lição de Montesquieu: não basta decidir sobre a base social do poder — é igualmente importante determinar a forma de governo e garantir que o poder, mesmo legítimo em sua origem social, não se torne ilegítimo pelo eventual arbítrio do seu uso." Em parceria com a É Realizações, o Estado da Arte publica hoje o ensaio O argumento liberal, de José Guilherme Merquior, que dá o título à indispensável coletânea do pensador brasileiro.

Por William A. Galston, uma reflexão sobre a persistente vulnerabilidade da democracia liberal. Liberalismo, antiliberalismo, desafios, compromissos e possibilidades. Uma parceria do Estado da Arte com a Fundação FHC.

O que uma corte suprema pode oferecer nos “diálogos institucionais” a não ser fazer cumprir o que a Constituição determina? No 07 de setembro, um ensaio do Prof. José Eduardo Faria sobre nossa crise institucional — em tempos de um presidente autocrata, ignaro e incapaz de agir politicamente dentro das regras democráticas estabelecidas.

Ainda e sempre a discussão acerca do positivismo kelseniano: por Lenio Streck, um ensaio sobre a ‘teoria pura’ do jurista austríaco.

Não há outro caminho para o conjunto da sociedade senão isolar Bolsonaro como o candidato a ser batido — e as forças democráticas terão que se tratar nas condições que estão dispostas. Um ensaio de Alberto Aggio, em parceria com o Horizontes Democráticos.

Com o artigo 142, os constituintes talvez tenham cedido demais, no plano simbólico, para as Forças Armadas. 33 anos depois, uma parte dela — ignara, anacrônica e de vocação autocrática — parece almejar mais do que a tutela simbólica. Um ensaio do Prof. José Eduardo Faria.

Entre a romantização de autocracias à esquerda e o apoio a autoritários e demagogos à direita, uma faceta desconfortável de nossa cultura política. Por André Spritzer, o brasileiro e a democracia.