
Do amor pelas ruínas: Horace Walpole, o inventor do neogótico
Há algo de perversamente bonito em uma edificação arruinada.

Há algo de perversamente bonito em uma edificação arruinada.

A historiadora Laura Ferrazza apresenta ao leitor do Estado da Arte a clássica análise que Norbert Elias fez da obra do pintor francês Jean Antoine Watteau, além de um poema de Paul Verlaine.

Isadora Mattiolli escreve sobre a perspectiva poética da arte, que marcou a última Biennale.

Rodrigo de Lemos analisa como a acusação de 'esteticismo', antes empregada por stalinistas para atacar artistas inventivos que não se curvavam ao realismo socialista, virou palavra de ordem tanto da direita católica quanto da esquerda identitária.

O Estado da Arte publica com exclusividade o primeiro capítulo do livro "Arte e Imaginação", do filósofo inglês Roger Scruton. O livro, que já está em pré-venda, faz uma rigorosa análise de questões fundamentais de estética.

Existem limites éticos para a expressão artística? O professor Rodrigo Cássio, especialista em Estética, analisa a questão em ensaio para o Estado da Arte.

Vestido com a túnica branca de trabalho, Auguste Rodin (1840-1917) poderia ser facilmente tomado por santo ou sacerdote. Durante os longos silêncios que antecedem o encontro com a argila, a expressão grave sugere um diálogo que poderia ser tanto interno quanto digno de algum mefistófoles.

Em entrevista ao Estado da Arte, fotógrafo Michael Wesely, que tem suas obras em exposição no Instituto Moreira Salles, fala sobre seus processos, sobre as fotos em smartphones e sobre um Brasil que tinha os astros a seu favor.

A mostra 'Queermuseu' instrumentalizou moral e politicamente as obras de arte que exibia. Seus críticos responderam na mesma moeda, com moralismo e política. Perde a arte.