Entre fotos e nomes: Uma Mulher Casada, de Jean-Luc Godard

“Apesar de menos conhecido do que outros de seus filmes da época, Uma Mulher Casada (1964) é uma das grandes obras de Jean-Luc Godard (a fórmula soa vazia: é impossível escolher). Retoma e subverte ironicamente essa fórmula do triângulo amoroso, relendo-a na Paris do iê-iê-iê, de Françoise Hardy e da nouvelle vague.” Entre fotos e nomes, um ensaio de Rodrigo de Lemos sobre Uma Mulher Casada, de Godard.

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O que fazer com as estátuas da época colonial?

“Destruíram-se estátuas de Lênin — mas a subversão mais sutil e eficaz está no deboche corrosivo dos grafiteiros que transformaram os operários e camponeses robustos nos velhos monumentos comunistas das praças de Sófia, na Bulgária, em super-heróis de quadrinhos, com tinta e spray. Churchill daria um belo Pinguim.” O que fazer com as estátuas da época colonial? Para Rodrigo de Lemos, que elas prestem testemunho àquilo que escolhermos.

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50 anos de maio de 68 (Parte final) – O advento da hiperdemocracia

Na quinta e última parte do especial do Estado da Arte dedicado aos 50 anos do Maio de 1968, Rodrigo de Lemos examina o surgimento da “hiperdemocracia” e as novas sensibilidades sociais e individuais que marcam nosso tempo.

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50 anos do Maio de 68 (Parte 4) – A implosão do maoísmo e a Nova Esquerda

As alternativas maoístas assimiladas pela esquerda francesa eram desastrosas, mas as motivações de muitos que as defendiam no Ocidente eram genuinamente generosas.

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