50 anos de maio de 68 (Parte final) – O advento da hiperdemocracia

Na quinta e última parte do especial do Estado da Arte dedicado aos 50 anos do Maio de 1968, Rodrigo de Lemos examina o surgimento da “hiperdemocracia” e as novas sensibilidades sociais e individuais que marcam nosso tempo.

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50 anos do Maio de 68 (Parte 4) – A implosão do maoísmo e a Nova Esquerda

As alternativas maoístas assimiladas pela esquerda francesa eram desastrosas, mas as motivações de muitos que as defendiam no Ocidente eram genuinamente generosas.

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As liberdades modernas devem algo ao cristianismo?

Rodrigo de Lemos analisa como a moral sexual cristã se tornou, no ambiente plural das democracias liberais modernas, apenas uma entre tantas moralidades possíveis – e por que isso incomoda os cristãos conservadores.

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A desobediência civil da arte

Rodrigo de Lemos analisa como a acusação de ‘esteticismo’, antes empregada por stalinistas para atacar artistas inventivos que não se curvavam ao realismo socialista, virou palavra de ordem tanto da direita católica quanto da esquerda identitária.

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A realidade na América segundo Tom Wolfe

Em ensaio para o Estado da Arte, o crítico Rodrigo de Lemos escreve sobre Tom Wolfe e o desejo de dar aos americanos uma literatura tipicamente americana.

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O novo liberalismo brasileiro: imposturas e impasses

É, de fato, um prodígio que, em dois milênios, tenhamos estendido o ideal da liberdade de um luxo reservado a uma minoria de cidadãos em alguns potentados antigos escravagistas a direito e condição inalienáveis das massas pós-industriais.

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O Queermuseu: cidadãos contra citadinos na batalha dos moralismos

A mostra ‘Queermuseu’ instrumentalizou moral e politicamente as obras de arte que exibia. Seus críticos responderam na mesma moeda, com moralismo e política. Perde a arte.

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150 anos da Morte de Charles Baudelaire (Parte II) – O heroísmo da vida moderna

Ao início do século XX, literaturas tão diversas quanto a russa, as latino-americanas ou a chinesa terão seu movimento simbolista, que é também seu momento gálico; a sombra da França se confunde então à sombra de Baudelaire. Sob sua influência, a lírica francesa moderna se constitui como lírica moderna universal.

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