Federico Finchelstein: “Vivemos um novo caminho do populismo em direção ao fascismo”

Um dos grandes estudiosos do fascismo e do populismo hoje, Federico Finchelstein é Professor de História da New School for Social Research, em Nova York. Em entrevista exclusiva, conduzida por Rodrigo Coppe, o Professor Finchelstein falou sobre sua obra, sobre os conceitos de fascismo e populismo, sobre democracia e ditadura, sobre nosso tempo. Uma parceria do Estado da Arte com o projeto Bolsonarismo: Novo Fascismo Brasileiro, desenvolvido pelo Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP, o Labô.

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Michel Maffesoli: “O reconhecimento do passado não é conservador ou reacionário, mas sublinha que a vida não existe ex nihilo”

Michel Maffesoli, sociólogo francês, é um dos maiores especialistas na pós-modernidade e uma referência da sociologia dos anos 1990. Professor de Sociologia na Sorbonne, é diretor do Centro de Estudos sobre o Atual e o Cotidiano e do Centro de Pesquisas sobre o Imaginário. Em entrevista exclusiva ao Estado da Arte, conduzida por Rodrigo Coppe, Maffesoli falou sobre o sagrado e a secularização, sobre conservadorismo e reacionarismo, sobre progresso e revolução, sobre o fanatismo, sobre nostalgia e transcendência. Tradução de Rodrigo de Lemos e Rodrigo Coppe.

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Bernardo Sorj: “No Brasil, o discurso reacionário apresenta caraterísticas próprias; sendo parcos os inimigos, eles tiveram que ser inventados”

O Professor Bernardo Sorj, diretor do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais e do Projeto Plataforma Democrática, acaba de lançar seu novo livro: ‘Em que mundo vivemos?’, uma reflexão muito oportuna sobre as conflituosas e complementares relações entre dois fenômenos constitutivos do mundo contemporâneo — a democracia e o capitalismo. Gentilmente, o Professor Sorj atendeu o Estado da Arte para uma conversa; na pauta, o mundo em que vivemos, o Brasil em que vivemos, esquerda e direita, populismo, autoritarismo, o governo Bolsonaro, de onde viemos e para onde podemos ir.

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Falando de Música: Uma conversa com Anders Beyer

Em 2020, o Festival Internacional de Bergen foi uma das primeiras programações culturais de verão a enfrentar a atual crise mundial. Frente aos desafios de um cancelamento, seu Diretor Artístico e CEO, Anders Beyer, tomou a decisão de reorganizar toda a programação, e adaptar todo projeto para o mundo digital. O Maestro Leandro Oliveira conversa com Beyer sobre a única organização do gênero a assumir o desafio de transformar seus eventos em transmissões sem público, sobre as lições disso, sobre aquilo que fica.

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Marco Lucchesi e Hugo Langone: dois autores em colóquio

Trazemos hoje não uma entrevista, mas uma conversa entre dois autores: Hugo Langone, nosso colaborador habitual, e Marco Lucchesi, jovem imortal da ABL — alguém que, não satisfeito em conhecer mais de vinte idiomas, criou sua própria língua. Felizmente para nós, o diálogo está em português — o português, língua imortalizada por figuras como Lucchesi e vitalizada por poetas como Hugo.

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Estado da Arte/Nexus Instituut: Uma conversa com Rob Riemen

Inaugurando a parceria institucional celebrada entre o Estado da Arte e o Nexus Instituut, uma conversa com Rob Riemen. sobre cultura, sobre educação moral, sobre a tradição humanista na Europa; sobre Thomas Mann e Albert Camus, sobre nosso tempo, sobre o fascismo, sobre o fascismo em nosso tempo, sobre os livros que Rob Riemen recomenda para que possamos fazer sentido disso tudo.

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A Crise: “Talvez o espaço para as antigas reformas já tenha acabado”, diz Pedro Fernando Nery

“Ao expor a nossa imensa desigualdade, do acesso à saúde às condições de moradia, a pandemia convida ao debate sobre tributação da renda. Na reforma tributária que estava em discussão na Câmara não se tratava diretamente de tributação sobre a renda ou patrimônio, e o governo também não parecia ter isso como prioridade.”

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A Crise: “Sendo verdade o que disse Moro, há várias obstruções — inclusive dele mesmo”, diz Lenio Streck

“Moro não era dito, desde o início, o grande “avalista” do governo? Agora o ex-ministro acusa o Presidente de pressioná-lo, tentando interferir (afinal, tentou ou interferiu?) em questões familiares? Só agora? Demorou, não? O que teria acontecido a mais, além do que falou na sua despedida?”‘

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