Entre os juízes e os militares, desde o início
É preciso superar o embate crônico entre os bacharéis, que usam seu prestígio para manter privilégios, e a instituição militar, que se arvora em guardiã da ordem.
É preciso superar o embate crônico entre os bacharéis, que usam seu prestígio para manter privilégios, e a instituição militar, que se arvora em guardiã da ordem.
Confira o novo Estado da Arte Entrevista com o escritor, cientista social, jornalista e historiador Jorge Caldeira. Eduardo Wolf conversou com Caldeira sobre seu livro mais recente, História da Riqueza no Brasil (2017), livro do qual, talvez ainda mais do que em…
Em um país onde a política insiste em se imiscuir na administração, dando margem a intervenções do Poder Judiciário, é oportuno repensar a importância de um contencioso administrativo técnico e imparcial.
Não há surgimento de lideranças novas sem capacidade de abstração, conhecimento da história de seu povo e clareza a respeito dos valores sobre os quais ele se ampara.
Outras agendas, negócios, éticas e mentalidades foram desenvolvidos à margem do projeto dominante que, desde a chegada da Corte portuguesa em 1808, teve no Rio de Janeiro seu centro – e seus resultados foram melhores.
É preciso superar o modelo consagrado por historiadores como Caio Prado Jr. que reduz a história nacional aos antagonismos entre Portugal e Brasil, metrópole e colônia, senhor e escravo, elite e povo, agricultura e indústria.

A revolução não é necessariamente a mensageira da mudança. Quase sempre se mantém reproduzindo o que de pior existia na sociedade.
Com a exceção do período imperial a censura marcou nossa vida cultural e política.

Reportagem publicada na revista “Jornal Musical Geral”. Berlim, 1800 d.C.