Oito poemas de Aleksandr Blok
Considerado por Górki o maior poeta russo de seu tempo, Blok criou imagens e versos que marcaram a literatura de sua nação como poucos. Na tradução de Rafael Frate, oito de seus poemas.
Considerado por Górki o maior poeta russo de seu tempo, Blok criou imagens e versos que marcaram a literatura de sua nação como poucos. Na tradução de Rafael Frate, oito de seus poemas.
O ponto inaugural das estórias de fadas segundo Tolkien, indicado como correlato à origem da linguagem e da mente. Por Diego Klautau.
A poesia e seu poder de sugerir atmosferas e cenários distintos. Um ensaio da Prof. Norma Goldstein — com Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade.
Praticado por japoneses, coreanos e chineses em sua maioria, o GO pode ser visto como esporte, como jogo, como manifestação cultural de uma época — e como ferramenta ficcional para a literatura, como veremos a partir de Borges, Perec, Xul Solar e Kawabata. Um ensaio de Jacques Fux.
Em todas as épocas a barbárie se prepara muito antes dos ditadores ocuparem o primeiro plano. A tolice no Brasil de Bolsonaro pelas lentes de Robert Musil, num ensaio da Prof. Kathrin Rosenfield.
Por Astier Basílio, diretamente da Rússia, a tradução comentada de um poema de Mandelstam sobre os ‘bigodões de barata’ do Kremlin. A prosódia sobrevive à história.
No mês que marca os 190 anos de Álvares de Azevedo, um ensaio de Jéssica Cristina Jardim sobre o Maneco — o "pobre Azevedo, sempre a cismar com a morte!"
Sejamos todos mais banais — um patrocínio de Karl Ove Knausgaard, num ensaio de Ana Carolina Romero.
Na estreia da rubrica 'Ideias e Histórias', no Estado da Arte, duas crônicas de Kurt Tucholsky (1890–1935) — "A Ciência Histórica" e "Saudação para o futuro". Tradução de Sérgio da Mata.