O barqueiro: Milan Kundera e Thomas Mann
O Livro do Riso e do Esquecimento, de Milan Kundera, e sua relação com Morte em Veneza, de Thomas Mann. Por Juliana Amato.
O Livro do Riso e do Esquecimento, de Milan Kundera, e sua relação com Morte em Veneza, de Thomas Mann. Por Juliana Amato.
Diego Klautau aborda "Sobre Estórias de Fadas”, texto mais importante de Tolkien sobre teoria literária, por meio da intersecção entre filosofia e teologia.
“Admite! Os poetas do Oriente são maiores que os do Ocidente”! Por Marcus Mazzari, um ensaio sobre O Divã de Goethe; sobre questões tradutórias, sobre sua importância para o advento da Weltliteratur, sobre a relação do poeta com a tradição lírica persa e árabe.
Se pensarmos em um legado literário como uma teia, por que a vemos não como uma trama, mas como tediosos pares de opostos? A oposição entre cultura ocidental (ou europeia, for that matter) e cultura africana é empobrecedora na esfera da estética. É o que sugere Adriano Migliavacca, em notas sobre a estética literária na literatura negro-africana.
“Quem crê que a África nada produziu de valioso para a civilização humana e quem crê que tudo que vem da Europa são mentiras colonialistas deveriam se educar minimamente sobre seus bichos-papões.”
“A língua é muito mais do que o veículo de uma expressão articulada de signos — é o lugar do pensamento e do imaginário, no qual concebemos e guardamos todos aqueles bens culturais, simbólicos e afetivos dos quais lançamos mão para compreendermos ao mundo, a nós mesmos e ao outro.” Por Márcio Scheel, um ensaio sobre a tradução; sobre pensar a língua.
Por Astier Basilio, a tradução comentada e contextualizada do poema de Joseph Brodsky que se tornou hino da pandemia na Rússia.
Na parceria com a todavia, "Meu anjo da guarda tem medo do escuro" — uma amostra do melhor do poeta Charles Simic.
Com Kafka, com Ingeborg Bachmann e Natalia Ginzburg, palavras para declinar o mundo. Por Natasha Belfort Palmeira.
Sem acesso aos lançamentos no Brasil no ano passado, e embora ninguém a ele tenha perguntado nada, o diplomata Ary Quintella — que não troca o papel pelo Kindle — comenta alguns livros que, lidos ou relidos, estiveram ao alcance de sua mão em 2020.