
Wolfianas n° 5 – Guerra Cultural à brasileira (I)
Já podemos dizer: 2017 foi o ano em que as "guerras culturais" entraram para a dieta política brasileira. Eduardo Wolf, que prepara livro sobre o assunto, analisa o tema neste ensaio em três partes.

Já podemos dizer: 2017 foi o ano em que as "guerras culturais" entraram para a dieta política brasileira. Eduardo Wolf, que prepara livro sobre o assunto, analisa o tema neste ensaio em três partes.

No romance "Das Booty", Simon Pringle, capturou a ambiguidade em torno a Bruno Tolentino, poeta católico gay traficante poliglota : ora verdadeiro gênio, ora verdadeiro charlatão — mas o charlatão mais charmoso do mundo.

por Laura Ferrazza Em 1638, os irmãos Le Nain ? um trio de pintores que tinha seu atelier em Paris desde 1630 ? produziram uma tela intitulada “Adoração dos Pastores”. Apenas seis anos depois, o também francês Georges de La…
Em entrevista exclusiva, a educadora canadense afirma: "Quando educamos, transmitimos quem somos. Não são os métodos e os dispositivos que educam, mas as pessoas que estão com a criança no dia a dia".
Umberto Eco disse que as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis. Quem somos nós para negar?

A maior parte dos debates são apenas competições retóricas em que cada lado prega para seus convertidos.

Novas tecnologias vêm ampliando a liberdade que as mulheres têm de tomar decisões importantes sobre suas próprias vidas
E se todos os percalços de Israel com seus vizinhos viessem não apesar daquele projeto moderno e libertário, mas exatamente por causa dele?
Rodrigo de Lemos analisa como a moral sexual cristã se tornou, no ambiente plural das democracias liberais modernas, apenas uma entre tantas moralidades possíveis - e por que isso incomoda os cristãos conservadores.