O Brasil se tornou mais kitsch? A estética do bolsonarismo

por Rodrigo Cássio de Oliveira

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Este ensaio é uma parceria do Estado da Arte com o projeto Bolsonarismo: Novo Fascismo Brasileiro, desenvolvido pelo Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP, o Labô.

Em uma investigação multidisciplinar e colaborativa que envolve pesquisadores voluntários de diversas instituições de ensino superior do Brasil, o projeto BNFB pretende unir esforços para compreender o atual estágio da crise da democracia liberal, constitucional e representativa, a ascensão de populismos de extrema direita, a degradação das instituições brasileiras e a ameaça política, social e humanitária representada pelo movimento social e político do bolsonarismo.

O kitsch é um conceito do pensamento estético que teve grande destaque na compreensão da arte do século XX, sendo útil para entender os produtos de grande apelo comercial da cultura de massa, mas também as assimilações do popular pelas vanguardas artísticas. O conceito de kitsch também ajuda a explicar a atribuição de valor a determinados comportamentos e hábitos por grupos que passam por um momento de ascensão na sociedade.

Será o kitsch capaz de explicar algumas das características da chamada “estética do bolsonarismo”?

Os vídeos são produção da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC) da UFG, em parceira com o Estado da Arte e em integração com o projeto de pesquisa Bolsonarismo: o novo fascismo brasileiro, do Labô/PUC-SP.

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Rodrigo Cássio Oliveira

Rodrigo Cássio Oliveira é doutor em Estética e Filosofia da Arte pela UFMG e professor adjunto da Universidade Federal de Goiás. Confira mais ensaios sobre arte, estética e comunicação em www.rodrigocassio.com