
Por que não podemos não nos dizer “cristãos”
Ensaio publicado em "La Critica" por Benedetto Croce. 1942 d.C.

Ensaio publicado em "La Critica" por Benedetto Croce. 1942 d.C.
Para o filósofo Michael Oakeshott, tanto a ação do racionalista quanto a do seu crítico emanam antes de certos temperamentos, de uma certa “disposição”, do que propriamente de um planejamento ou cálculo racional realizado por esses indivíduos.
Se Hart olhasse para o Brasil de hoje, ele atribuiria ao “pós-positivismo” de nossos juristas uma certa parcela de culpa por sermos ovelhas conduzidas tão docilmente para o matadouro pela elite que nos governa legalmente.
O Estado da Arte publica um documento histórico: o ensaio que o poeta polonês Czes?aw Mi?osz escreveu em homenagem a Albert Camus, inédito em português, por ocasião do autor de 'O estrangeiro'.
O professor Luiz Bueno, da FAAP, escreve sobre o pensamento do filósofo inglês Michael Oakeshott, um dos mais importantes críticos do racionalismo em política.

Do Primeiro Capítulo de "Nas sombras do amanhã" de Johan Huizinga. Leiden, 1935 d.C.

Aristóteles escreveu na antiguidade um texto conhecido como Poética, ainda hoje um clássico da teoria literária. Na obra, Aristóteles trata de examinar a estrutura típica de grandes obras dramatúrgicas.
O historiador e psicanalista Felipe Pimental analisa o impacto de temas morais na política e afirma: a moralização de pautas políticas é cortina de fumaça para o autoritarismo e a intolerância.
Fabrício Tavares de Moraes analisa as noções de cultura, natureza e Estado no pensamento do historiador Johan Huizinga, cuja obra 'Nas Sombras do Amanhã' ganha nova edição nacional.