Roger Scruton sobre Slavoj Žižek: O Príncipe Palhaço da Revolução (Parte 2)
O Estado da Arte dá continuidade à publicação do ensaio do filósofo britânico Roger Scruton que avalia o fenômeno do stalinismo pop-psicanalítico de Slavoj Žižek.
O Estado da Arte dá continuidade à publicação do ensaio do filósofo britânico Roger Scruton que avalia o fenômeno do stalinismo pop-psicanalítico de Slavoj Žižek.
O Estado da Arte publica com exclusividade no Brasil um ensaio do filósofo britânico Roger Scruton que avalia o fenômeno do stalinismo pop-psicanalítico de Slavoj Žižek. O texto foi publicado originalmente em setembro de 2016 no City Journal.
Em geral, obras de ficção do nosso tempo dão mostra de como se enxerga a figura do empresário em nossa sociedade. Não é nada raro que o vilão da trama seja aquele que lucra.
por Gabriel Ferreira Um espectro ronda as Humanidades – o espectro da sua inadequação. Em um mundo de iPhones, sondas intergalácticas e de ressonância magnética, parece não haver espaço para uma abordagem, seja da experiência humana no mundo, seja daquilo a…
Falo de um ideal bastante comum no Brasil. Todos os mínimos aspectos da vida em sociedade demandariam uma regulamentação específica para se tornarem funcionais. Assim, a boa sociedade seria aquela devidamente regulada.
Confira a entrevista exclusiva do Estado da Arte com Hans Ulrich Gumbrecht, professor e pesquisador Stanford Universty, esteve no Brasil em setembro participando do XV Encontro da ABRALIC (Associação Brasileira de Literatura Comparada).
Se fizessem uma pesquisa global (na verdade, confesso que não sei se já fizeram ou não) sobre o nível de valorização de um sistema legal por parte das pessoas submetidas a ele, eu apostaria, sem medo de perder, que o Brasil ocuparia as últimas posições.
Esquecido em nossos meios editoriais, acadêmicos e críticos, Croce retorna ao circuito das ideias brasileiras agora com sua Estética como Ciência da Expressão e Linguística Geral (É Realizações), obra-prima de 1902.
Ao retornar à Estética como ciência da expressão e linguística geral (1902), de Benedetto Croce (1866-1952), para apresentar a edição brasileira preparada pela É Realizações (com tradução de Omayr José de Moraes Júnior), ademais de um senso natural de responsabilidade, assaltou-me uma agradável nostalgia.