
Johan Huizinga e a consciência da História (1)
As noites deste mundo: a consciência da história em nas sombras do amanhã, de Johan Huizinga
As noites deste mundo: a consciência da história em nas sombras do amanhã, de Johan Huizinga
Ao contrário do que pensa o sociólogo Jessé de Sousa, não há uma oposição e muito menos uma separação entre corrupção e desigualdade no Brasil. A corrupção é uma expressão da desigualdade. Separá-las parece oportunismo.
O termo “simpatia” designa, no vernáculo popular brasileiro, um pequeno ritual supersticioso realizado com o intento de se obter, por intermédio mágico, algum benefício. Ainda que se refira a algo que, hoje em dia, poucos levam a sério, o termo tem uma origem erudita.
O Brasil ainda não era formalmente independente em relação a Portugal quando José Bonifácio começou a escrever, sem muita organização, algumas de suas ideias e projetos à nação – então inexistente – que à época ele e alguns outros imaginavam.
As contradições e equívocos da nossa História devem ser vistos, não tornados invisíveis.
Estaríamos nos dirigindo a um mundo tribal de pequenas maiorias tirânicas em que a justiça pelas redes sociais estabelece o acusado de certos crimes ser culpado por ele ser quem é?
O revisionismo histórico em torno do General Lee e dos bandeirantes revela o perigo das campanhas ideológicas
Ouvir pontos de vista que contradizem o nosso nos torna mais tolerantes. A falta de diversidade ideológica no ensino superior contribui para a intolerância, especialmente entre os estudantes de esquerda.
Discurso pronunciado por Benjamin Constant no Ateneu Real de Paris em 1819 d.C.