PERSONA CINEMA: O paraíso perdido de James Gray

“Depois de explorar as ruas, as noites, os condomínios, os trens, os cheiros e as temperaturas de Nova York nos seus cinco primeiros longas  —  Fuga para Odessa (1994), Caminho sem volta (2000), Os donos da noite (2007), Amantes (2008) e Era uma vez em Nova York (2013) —, James Gray se afasta de casa, se afasta muito, nos seus dois filmes mais recentes: transita entre a Inglaterra do início do século XX e a selva amazônica em Z: A Cidade Perdida (2016) e viaja até os confins do Sistema Solar em Ad Astra (2019). Abre-se, nesse movimento para fora, uma janela de infinita perspectiva  —  de fome metafísica  — , representada, sobretudo, pelas insaciáveis ambições do explorador arqueológico Percy Fawcett e do explorador espacial McBride (o pai), ambos em busca de uma realidade absoluta que transcenda as contingências da vida e que justifique uma jornada que nunca termina.”

O paraíso perdido de James Gray, por Lucas Petry Bender. Uma parceria do Estado da Arte com a Persona Cinema.

Read more

Os melhores filmes de 2017: uma seleção pessoal de nossos críticos

Os críticos de cinema do Estado da Arte apresentam suas escolhas bem pessoais para os melhores filmes de 2017.

Read more

Jean-Pierre Melville: o autor e os gêneros cinematográficos

As convenções e o cinema autoral na obra do diretor francês

Read more

O cinema de Paul Vecchiali

O crítico Miguel Forlin mergulha na obra do realizador francês, que esteve no Brasil para a 41a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

Read more

A coragem de filmar a verdade

O crítico Bruno Andrade analisa a obra do cineasta Ingmar Bergman, falecido há 10 anos: ‘A força e a importância de Bergman permanecem presentes pelos atributos dessa plasticidade, comum aos grandes autores do cinema moderno’

Read more