Viagem a Tóquio: uma leitura heideggeriana de Encontros e Desencontros

“A bem da verdade, a viagem que Bob e Charlotte empreendem à capital japonesa pode, ela mesma, ser interpretada como uma metáfora dramática do que acontece quando nos desviamos da decadência do cotidiano, de um modo de ser inautêntico: quando estamos angustiados, vamos para Tóquio — aquele lugar diametralmente oposto ao que vivemos e onde somos, em que nada é familiar e no qual a palavra não é útil.” Um ensaio de Juliana Fonseca Pontes sobre Encontros e Desencontros.

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