Sobre quando Érico Nogueira esmerilou o porquinho-da-índia

‘O Esmeril de Horácio’ propõe alternativas ao modo de conceber o verso em língua portuguesa, servindo, também, de guia prático de métrica. Por Brunno V. G. Vieira, tradutor e professor de letras clássicas da Unesp, uma resenha do novo livro do Érico Nogueira sobre poesia e versificação em Horácio.

“Esse esmeril é bruto, e remete ao ofício de burilar diamantes como sugere João Batista Toledo Prado na orelha do livro. Sim, o/a leitor/a que se aventurar a seguir Érico, não se esqueça de seu jaleco ou macacão. Com algum empenho para vencer o pesado jargão, Érico nos abre sua caixa de ferramentas, seja indicando como desmonta os versos de Horácio, seja declarando como entende ser o melhor modo de carburá-los em vernáculo.”

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