Governar humanamente as máquinas que nos governam

Com o fim da lua de mel com as utopias sobre a internet, a ideia de que é necessário ter algum tipo de regulação mais efetiva, em especial sobre as plataformas que operam sobre a rede mundial, passou de um tabu a uma quase unanimidade. A controvérsia, porém, se dá em como fazer isso, e é aí que Governance for the Digital World encontra seu lugar. Uma resenha, por Rafael Dornellas, da obra paradigmática de Fernando Filgueiras e Virgílio Almeida.

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Sobre as mentiras fascistas, de Federico Finchelstein

Por Odilon Caldeira Neto, uma resenha de ‘Uma breve história das mentiras fascistas’, de Federico Finchelstein — uma análise sobre os impactos dos discursos fascistas e os usos das mitologias políticas criadas em seu entorno, indo além de qualquer tentação de categorização das mentiras comuns aos líderes, movimentos e regimes fascistas que se desenvolveram em todos os continentes na primeira metade do século XX.

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Sobre quando Érico Nogueira esmerilou o porquinho-da-índia

‘O Esmeril de Horácio’ propõe alternativas ao modo de conceber o verso em língua portuguesa, servindo, também, de guia prático de métrica. Por Brunno V. G. Vieira, tradutor e professor de letras clássicas da Unesp, uma resenha do novo livro do Érico Nogueira sobre poesia e versificação em Horácio.

“Esse esmeril é bruto, e remete ao ofício de burilar diamantes como sugere João Batista Toledo Prado na orelha do livro. Sim, o/a leitor/a que se aventurar a seguir Érico, não se esqueça de seu jaleco ou macacão. Com algum empenho para vencer o pesado jargão, Érico nos abre sua caixa de ferramentas, seja indicando como desmonta os versos de Horácio, seja declarando como entende ser o melhor modo de carburá-los em vernáculo.”

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