Arthur Danto: O futuro da estética

Como diferenciar obras de arte de coisas banais e objetos corriqueiros do nosso cotidiano? É possível encontrar uma definição para a arte que resista à arte contemporânea e suas variadas expressões? Para Arthur Danto a resposta é positiva. Em sua perspectiva, a arte precisa ser um conceito fechado e definível, visto que ela é, de certa forma, algo universal.
A Relicário Edições lança agora edição especial de “O que é a arte”, último livro em que o filósofo e crítico de arte norte-americano enfrenta essas questões. Hoje, em parceria com a Relicário, o Estado da Arte traz “O futuro da estética”, último ensaio do livro, em que Danto nota iniciativas atuais, na história e na filosofia da arte, de retomar a importância da estética. A pergunta que orienta o capítulo é: qual será o impacto dessa retomada?

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“A Italiana” de Van Gogh e Mozart no Brasil de D. João VI: Reflexões sobre a mediocridade

“O regente Nikolaus Harnoncourt, falecido em 2016, teria dito que as obras medíocres dos compositores geniais merecem muito mais atenção que as obras geniais de compositores medíocres. Explorar o dilema de Harnoncourt nos conduz a certas curiosidades históricas que terminam em boas descobertas artísticas.” A partir de um tropeço de Van Gogh, e de uma faísca divina de Sigismund Neukomm, algumas reflexões de André Chermont de Lima sobre criações medíocres de artistas geniais e criações geniais de artistas medíocres.

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Mães na arte, da Madona à mulher moderna

O que se percebe com certa tranquilidade é que a presença da mãe na narrativa tradicional da arte figurativa está atrelada a uma produção masculina, que atendeu com fidelidade à moral doméstica e ao modo de existir da mulher na sociedade patriarcal. Nesta oportunidade, celebra-se algumas das incríveis obras de mulheres que ficaram esquecidas pela historiografia tradicional.

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A warburguiana historiografia da arte de José Emilio Burucúa

Em suas aulas — seja o assunto a história da arte, a história da cultura, a literatura do Renascimento —, Burucúa combina o rigor historiográfico com uma extraordinária capacidade para estabelecer séries, encontrar parentescos e recorrências entre fenômenos e manifestações artísticas, de uma forma na qual se percebe o rastro e as impressões de Aby Warburg.

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