O futuro, o passado: Observações sobre A Fera na Selva, de Henry James
Quem é, afinal, a temida fera do título? As observações de Juliana Amato sobre o futuro, o passado, sobre A Fera na Selva, de Henry James.
Quem é, afinal, a temida fera do título? As observações de Juliana Amato sobre o futuro, o passado, sobre A Fera na Selva, de Henry James.
Hoje, no Estado da Arte, Alexandre Hasegawa dá continuidade à tradução comentada da descrição dos sinais da morte no DRN de Lucrécio.
Uma joia da poesia horaciana, em tradução e comentário de Rafael Frate, que nos deixa esta lição: ousemos saber, "com a parcimônia e a ponderação nela prescrita. É cada vez mais um dever de todos nós, frente aos fascistas obtusos, aos negacionistas da inteligência, aos governantes facínoras e aos falsos-filósofos nefastos que têm cada vez mais estabelecido o reino da violência e da mentira em nossa combalida república."
Trazemos hoje não uma entrevista, mas uma conversa entre dois autores: Hugo Langone, nosso colaborador habitual, e Marco Lucchesi, jovem imortal da ABL — alguém que, não satisfeito em conhecer mais de vinte idiomas, criou sua própria língua. Felizmente para nós, o diálogo está em português — o português, língua imortalizada por figuras como Lucchesi e vitalizada por poetas como Hugo.
A tradução comentada de Márcio Mauá Chaves Ferreira da peste em Tucídides.

Refletir sobre matemática e literatura é uma tentativa de mostrar as possíveis interfaces entre essas duas modalidades de discurso. Duas áreas do conhecimento distintas, mas que se misturam, se entrelaçam e compartilham saberes. Um ensaio de Jacques Fux.
Em tempos duros como os nossos, o testemunho de Alceu Amoroso Lima parece ser capaz de transmitir a pertinácia de uma vida quase inteiramente dedicada a uma escolha: a "esperança contra a esperança", isto é, uma esperança a despeito até de si mesma.
A coleção literária Bibliothèque de la Pléiade, editada pela Gallimard, é a mais prestigiosa do mundo. Em setembro de 2019, Georges Duby entrou para a Pléiade, e o editor do volume com suas obras é um brasileiro: Felipe Brandi, entrevistado por Ary Quintella.
Um ensaio de Gilberto Morbach sobre Albert Camus e a verdadeira peste: consentir o absurdo, a mais radical derrota humana.