
Obra-prima ou tédio absoluto? As ‘Divinas Extensões’ na música e na literatura
Não há limites capazes de separar a homenagem de um homem devoto e humilde ao Divino da megalomania, seja ela impostora ou genial.

Não há limites capazes de separar a homenagem de um homem devoto e humilde ao Divino da megalomania, seja ela impostora ou genial.
Que relação poderia haver entre o trágico neoclássico francês Racine e os poetas brasileiros Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto? E como René Girard entraria nesta equação? Cláudio Ribeiro tem as respostas.
Em "A Idade da Inocência", Edith Wharton escreve com nostalgia e ironia sobre a Gilded Age americana (1865-1901), dando vida a uma Nova York ainda longe de ser um centro cosmopolita e a capital do mundo.
Como o escritor francês Michel Houellebecq e a comediante australiana Hannah Gadsby podem nos ajudar a entender os dilemas de homens e mulheres na sociedade que teme a solidão tanto quanto teme um novo Harvey Weinstein?
Em sua estreia no Estado da Arte, o professor Alexandre Hasegawa, da Universidade de São Paulo, compõe um rico e profundo panorama da vida e da obra do poeta romano Horácio, autor de uma das mais famosas frases da história da literatura: 'carpe diem'.
Rodrigo de Lemos traduz para o Estado da Arte excerto do clássico "Memórias d'Além Túmulo", do escritor francês François-René de Chateaubriand. Primeira Parte, Livro V.

Gabriel Nocchi Macedo traduz para o Estado da Arte uma das célebres cartas do filósofo e monge Pedro Abelardo à sua amada Heloísa, em uma das histórias da amor mais conhecidas e celebradas de todos os tempos.
Como Jorge Luis Borges e Gilberto Freyre receberam a publicação de "Ulysses", de James Joyce.
por Thiago Blumenthal A piada talvez seja célebre para os iniciados em Woody Allen, ou em Balzac. Alvy Singer, o protagonista paranoico de Annie Hall, em sua primeira noite com Annie (Diane Keaton), lhe diz, após o coito, “well, as…