O edan amefricano
A postulação de uma amefricanidade oferece um entendimento da realidade histórica no Novo Mundo plantado no húmus mítico da arte e religiosidades de origem africana. Um ensaio de Adriano Moraes Migliavacca.
A postulação de uma amefricanidade oferece um entendimento da realidade histórica no Novo Mundo plantado no húmus mítico da arte e religiosidades de origem africana. Um ensaio de Adriano Moraes Migliavacca.
Retornar a Joan Didion é colocar em movimento nossos próprios fantasmas, percepções, medos, sonhos, desejos, dilemas e angústias. Contar histórias para viver, por Marcos Aurélio Felipe.
Mistérios sem soluções, em meio à vida e à solidão. Uma introdução à obra de Haruki Murakami, pela pena da Prof. Márcia Namekata.
Entre ficção e literatura — ficção contra a literatura? —, um ensaio de Rodrigo de Lemos sobre o valor e a fragilidade da fábula literária. Nos interstícios da cultura, subsiste o tempo longo da literatura como horizonte. Subsistirá?
Parabelo é uma performance sutil, delicada e sofisticada que não revela e que não expõe nitidamente as suas leituras. Por Jacques Fux, um ensaio sobre uma performance das veredas do Sertão — sobre a obra de Guimarães Rosa e e o Grupo Corpo, que agora está em turnê.
Aqueles que queimam livros, que banem e matam poetas, sabem exatamente o que fazem.
Em tempos de renovadas infâmias e mesquinharias, revisitar Galileu é quase imperativo—sobretudo para as novas gerações, que poderão então se reconhecer como filhos e filhas que somos da liberdade e da torpeza. Por Rogério P. Severo e Ricardo Doninelli Mendes.
Natal e sentimentos natalinos — entre nascimento e renascimento, esperança e recomeço, a poesia. Um ensaio da Prof. Norma Goldstein, com Vinícius de Moraes e Manuel Bandeira.
Os bons artistas são capazes de enxergar uma linha a ser seguida em meio à sanidade do mundo. Sobre letras e artes, genialidade e loucura, um ensaio de Rafael Rocca.