Sobre polegares e poltrões: a sobrevivência de um insulto
Por que o gesto de morder o polegar resulta em uma peleja de espadas no início de “Romeu e Julieta”? José Francisco Botelho, Câmara Cascudo e Montaigne explicam.
Por que o gesto de morder o polegar resulta em uma peleja de espadas no início de “Romeu e Julieta”? José Francisco Botelho, Câmara Cascudo e Montaigne explicam.
Entrevista com o professor João Cézar de Castro Rocha, autor de "Culturas Shakespearianas" (É Realizações).
Em que medida as pequenas ações podem se ver refletidas nos grandes acontecimentos? O protagonista de 'Os Vestígios do Dia', do prêmio Nobel de Literatura Kazuo Ishiguro, oferece uma hipótese para refletirmos.
Os relatos das "Mil e Uma Noites" não se prestam ao exemplo moralizante, ao paradigma, à interpretação didática ou redutora: são estórias de infinito sabor, em que a variedade, a sordidez, a beleza, o horror e a hilaridade de ser-se humano se encadeiam e se entredevoram.
Idelber Avelar analisa o que acontece com o gênero policial quando o Estado se transforma não apenas em instância definidora da lei mas também, e paradoxalmente, em grande criminoso planetário.
Humanista de esquerda dotado de fortes convicções antitotalitárias, laicista amante dos símbolos da civilização cristã, France cultivava aquela independência na medida para desagradar a todos.
Talvez sejam estes os polos entre os quais oscila o comportamento humano: o estoico e o patético, a resignação perante o sofrimento e a expressividade ruidosa.
"Acre" é o romance em que ficamos esperando o momento de ver tudo ruir.
O Estado da Arte dá início a uma série de publicações dedicadas à poesia brasileira contemporânea. Críticos, intelectuais e escritores de diversas formações e gerações analisam as obras de alguns dos principais nomes da atual cena poética do país.