A geografia invisível de “Acre”, de Lucrecia Zappi
"Acre" é o romance em que ficamos esperando o momento de ver tudo ruir.
"Acre" é o romance em que ficamos esperando o momento de ver tudo ruir.
O Estado da Arte dá início a uma série de publicações dedicadas à poesia brasileira contemporânea. Críticos, intelectuais e escritores de diversas formações e gerações analisam as obras de alguns dos principais nomes da atual cena poética do país.
No poema "Ítaca", de Konstantino Kaváfis, Pedro Gonzaga vislumbra um pouco da condição de todo leitor em sua busca permanente por novas vozes, novas terras, novos lares.
O romance de Kazuo Ishiguro é povoado de uma constelação de mitos que formaram o imaginário e a literatura britânicos.
Se os críticos do tempo do classicismo desejavam conhecer tão de perto segredos de ateliê a ponto de dominarem as engrenagens da Beleza, a tentação dos hipercríticos contemporâneos é a de deixar-se encantar pelo jogo teórico e interno da própria crítica.

Cenas do Capítulo VII ("Com os Nossos") da Segunda Parte de "Os Demônios" de Fiodor Dostoievski. Moscou, 1872 d.C.
Em uma pesquisa que uniu o cinema de Wajda, a literatura de Dostoiévski e, ainda, a incursão do diretor polonês pelo teatro em uma bem sucedida montagem de 'Os Possessos', Jeffis Carvalho lança novas luzes a essa poderosa adaptação.
Thiago Blumenthal analisa as influências do teatro iídiche na obra de Frazn Kafka.
De certos autores gostamos de imediato; de outros, aprendemos a gostar, e gostar mesmo.