
Johan Huizinga e a consciência da História (1)
As noites deste mundo: a consciência da história em nas sombras do amanhã, de Johan Huizinga

As noites deste mundo: a consciência da história em nas sombras do amanhã, de Johan Huizinga
Na dinâmica do Ifá, declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, temos no centro as informações sobre a vida do consulente; ao redor, os eventos e objetos do dia-a-dia; acima o deus do acaso que observa a tudo.
Em ensaio para o Estado da Arte, o crítico Rodrigo de Lemos escreve sobre Tom Wolfe e o desejo de dar aos americanos uma literatura tipicamente americana.
Dando continuidade ao especial Estado da Artededicado à cultura, à história e à política na Polônia, publicamos esta resenha de David Pryce-Jones na revista americana The New Criterion sobre a mais recente biografia do poeta Czes?aw Mi?osz, prêmio Nobel de Literatura. Uma…
A ideia por trás de “ecologia da mídia” é que um ambiente cultural mais uma nova tecnologia de mídia não é apenas ele mesmo mais algo novo, e sim algo totalmente transformado – como quando acontece após a introdução de uma nova espécie em algum ecossistema.
José Francisco Botelho começa uma série de artigos dedicados a clássicos da literatura universal. No primeiro deles, Lewis Carroll e o tema do Sonho dentro do Sonho.
Marcel Proust comprou as primeiras resenhas sobre "Em Busca do Tempo Perdido". E daí?

Sándor Márai já teve nove dos seus títulos publicados no Brasil, o último, aliás, bem recente: "Jogo de Cena em Bolzano". Sua relação com o teatro vai muito além das felizes encenações de seus romances.
Leandro Oliveira, anfitrião do Falando de Música na OSESP e colunista do Estado da Arte, escreve sobre o Nobel Kazuo Ishiguro e sua relação com a música.