Clássicos para o Nosso Tempo – Lewis Carroll e o Sonho dentro do Sonho
José Francisco Botelho começa uma série de artigos dedicados a clássicos da literatura universal. No primeiro deles, Lewis Carroll e o tema do Sonho dentro do Sonho.
José Francisco Botelho começa uma série de artigos dedicados a clássicos da literatura universal. No primeiro deles, Lewis Carroll e o tema do Sonho dentro do Sonho.
Marcel Proust comprou as primeiras resenhas sobre "Em Busca do Tempo Perdido". E daí?

Sándor Márai já teve nove dos seus títulos publicados no Brasil, o último, aliás, bem recente: "Jogo de Cena em Bolzano". Sua relação com o teatro vai muito além das felizes encenações de seus romances.
Leandro Oliveira, anfitrião do Falando de Música na OSESP e colunista do Estado da Arte, escreve sobre o Nobel Kazuo Ishiguro e sua relação com a música.

Kafka poderia ter sido um personagem do romance de Mann. Suas sombrias experiências com os tratamentos médicos e sua atitude para com a doença são surpreendentemente semelhantes aos de Hans Castorp no período que vai de 1907 a 1914.
O termo “simpatia” designa, no vernáculo popular brasileiro, um pequeno ritual supersticioso realizado com o intento de se obter, por intermédio mágico, algum benefício. Ainda que se refira a algo que, hoje em dia, poucos levam a sério, o termo tem uma origem erudita.

Desde o século XVII, o romance se coloca como uma narrativa de como seus protagonistas inventaram a si mesmos. Daí que muitos leitores encontrem neles os mapas de suas vidas, as descrições de suas experiências, e os modelos a seguir.
O poeta original terá sido qualquer ser ainda fera, o primeiro entre nós a perceber que o perdido, perdido para sempre estava.

Do terceiro e último capítulo de No Coração das Trevas de Joseph Conrad. Londres, 1902 d.C.